Fefe Talavera


Para quem não conhece o trabalho dessa brasileira, confira alguns dos trabalhos que a Fefe tem feito e pitando pela Europa!



FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica


Já são 9 edições do FILE e este ano eles trouxeram um “grafite eletrônico” que já foi projeto no Brooklyn (Nova York) e no Coliseu (Roma). Vale a pena passar para conhecer!

Onde: Centro Cultural Fiesp Galeria de Arte - av. Paulista, 1.313, Bela Vista, centro, telelefone: (11) 3146-7405.
Quando: de 5 a 31 de agosto. Ter. a sáb.: das 10h às 20h. Seg.: das 11h às 20h. Dom.: das 10h às 19h.
Quanto: Entrada gratuita

Assista do vídeo do Guia da Folha:



Grafite no Palácio de Buckingham seria apenas viral para 1 filme


Um grafiteiro pula o muro do Palácio de Buckingham, em Londres, e escreve alguma coisa perto de uma janela. As imagens estao registradas em video. O clipe que está no YouTube seria uma açao para promover o filme ‘The Wackness’, com Ben Kingsley e Josh Peck. Foi lançado há pouco na Inglaterra e exibe o mesmo estilo de grafite no seu titulo.



Você conhece o Ji Lee?


O Ji Lee é um artista brasileiro/coreano que mora em NYC. Ele faz uma arte diferente nas ruas colando balões de quadrinhos em cartazes de publicidade. O objetivo dele é dar voz ao cidadão comum…



Primeira Bienal de Grafite começa neste sábado em Belo Horizonte


Primeiro evento da Bienal dedicado 100% ao grafite em BH. Essa é a última semana para quem quer conhecer a exposição, que vai até o dia 7 de setembro.

Maiores informações e a programação do evento, no site oficial deles: www.bigbh.com.br



Prefeitura vai preservar grafites


A prefeitura de São Paulo anunciou ontem (28) que até o mês de setembro pretende lançar um programa para preservar os principais grafites da cidade. A intenção é proteger os painéis para que estes não sejam apagados por engano em obras municipais.

A idéia surgiu depois de um painel pintado pela dupla osgemeos, composta pelos grafiteiros Gustavo e Otávio Pandolfo, ter sido apagado por uma empresa terceirizada que prestava serviço para o município. O desenho ficava na alça de acesso à av. 23 de Maio.

Para que o programa dê certo, a prefeitura conta com a ajuda dos grafiteiros, que terão de organizar uma comissão para decidir as obras que devem ser preservadas. Depois de elaborar a lista, a prefeitura passará a s informações para as empresas terceirizadas que fazem o serviço de conservação de logradouros públicos, segundo o site G1.

Grafites que estão deteriorados serão mapeados, e as pessoas que fizerem o trabalho serão procuradas para fazer a restauração.

Dois dos locais que devem ser incluídos no programa são o “buraco da Paulista”, no túnel que leva à av. Dr. Arnaldo, e o “beco das artes”, na Vila Madalena.



Grafite sai do muro e já decora até castelo


Saiu no Estado de São Paulo, olha só o Nunca fazendo sucesso pelo mundo…
A arte das ruas ganha espaços mais nobres e exposição em Londres

De marginal a obra de arte. O grafite percorreu um longo e tortuoso caminho desde quando ainda era visto como um ato transgressor de jovens da periferia e injustamente colocado no mesmo rol das pichações. Chegou às galerias - e às paredes da Tate Modern, em Londres, onde estão expostos até 28 de agosto trabalhos de artistas de todo o mundo, entre eles os brasileiros Nunca e osgemeos. Conquistas como essa ajudam a derrubar antigos tabus do grafite. E a arte da rua ganha novos e nobres espaços - o mais recente, as casas.

O arquiteto José Ricardo Basiches, que trabalha com casas e apartamentos de alto padrão, tem apostado no grafite para quebrar a sisudez de ambientes carregados de tradição. “Ainda existe um certo preconceito, essa coisa de achar que grafite é vandalismo. Nesse sentido, eu estou ajudando a mudar a cara do grafite. Até os clientes mais conservadores estão adorando”, diz o arquiteto.

Levar um grafiteiro para casa não custa menos do que R$ 6 mil - há dois anos, o valor era um terço desse. Se for um castelo na Escócia, então… Os artistas Nunca, osgemeos e Nina, casada com um dos irmãos Pandolfo, não revelam quanto receberam do dono de uma propriedade particular de 900 anos - quase o dobro da idade do Brasil - para cobrir toda a área externa com um moderno e colorido grafite. Quando recebe uma encomenda assim, o apartamento é fotografado e um desenho é inserido na imagem digital, simulando o que deverá ser feito. “Assim, o cliente tem uma idéia do que terá na sua parede”, diz Basiches.

A onda de contratar grafiteiros para pintar residências particulares ganhou força depois que o muro de uma casa em Londres, com um trabalho do grafiteiro britânico Banksy, foi arrancado pelo novo proprietário e leiloado, arrematando R$ 642 mil. “Banksy é um fenômeno, o primeiro artista que veio do grafite e estourou. Um sucesso de vendas, que levou os preços das obras às alturas”, diz Baixo Ribeiro, da Galeria Choque Cultural, representante de 20 artistas grafiteiros. No mês passado, uma dezena deles ocupou a galeria londrina Ocontemporary, que, em setembro, abrirá as portas para uma mostra solo de outro brasileiro do grafite, Titi Freak. Uma tela sua de 1,40 x 0,90 m está à venda por R$ 20 mil. Em quatro anos, desde a abertura da Choque Cultural, as obras de Freak, Daniel Melim e Speto valorizaram oito vezes.

A valorização do trabalho desses artistas fez alguns clientes preferirem encomendar telas no tamanho das paredes de suas casas. Quando mudam de endereço, levam a obra. Foi assim no último apartamento reformado por Basiches, no Itaim. “Os proprietários se deram conta do valor que esses artistas vêm adquirindo.”

Miguel Chaia, crítico de arte, colecionador e pesquisador do Núcleo de Arte, Mídia e Política da PUC, é dono do maior acervo de artistas grafiteiros. Sua coleção tem obras de 20 nomes, como Nunca, Kboco, Zezão, Buleta, Titi Freak, Speto, Daniel Melim, Higraf, Carlos Contente, Marcelo Cidade e o japonês Kansuke Akiq. “Limitar o trabalho do artista ao grafite é preconceito. Por que um artista contemporâneo pode fazer vídeo, fotografia, performance, instalação, e o grafiteiro não pode fazer fotografia, pintura, desenho? A contemporaneidade abriu esse espaço. Até a Tate trabalha com grafite. É um grande sinal”, diz Chaia.

“A galeria quebrou um tabu ao abrir sua área externa”, diz o grafiteiro paulistano Nunca, de 25 anos, que cresceu em Itaquera e já foi preso por pintar muros da cidade. Além do castelo na Escócia, ele fez uma casa nos Jardins e a entrada do câmpus da Universidade Cruzeiro do Sul, em Pinheiros. E prepara uma obra para compor o espaço do arquiteto Duda Porto na Casa Cor do Rio. Neste mês, ele expõe na Itália esculturas que criou com índios carajás e negocia uma mostra solo com duas galerias inglesas. “Ninguém imaginava que o grafite chegaria aonde chegou.”



Grafiteiros no lugar dos outdoors, nova mídia que floresce


Em tempos de Cidade Limpa, a Sony Ericsson está com uma propaganda sendo veiculada até hoje através de uma mídia que não está discriminada pela lei - o graffiti.

A idéia é realmente muito boa, mas ainda restam algumas dúvidas - Quanto a Sony Ericsson está pagando a quinzena? Será que essa nova mídia tem roteiro de shopping? E no caso de a prefeitura resolver banir essa mídia também, quem será punido, a Sony Ericsson, o dono do muro ou o grafiteiro?



…BARCELONAEOMINIMO-008…




Deus ajuda quem tá na madruga!


Outro dia vi uma frase muito divertida grafitada debaixo de uma janela na rua Virgilio de Carvalho Pinto em Pinheiros, dizia “Deus ajuda quem tá na madruga!”, vejam essas outras:

As cidades falam…

Se você ver encontrar alguma frase por aí, envie para nós: marketing@pixain.com.br