setembro 21st, 2008
Fefe Talavera
Para quem não conhece o trabalho dessa brasileira, confira alguns dos trabalhos que a Fefe tem feito e pitando pela Europa!



Para quem não conhece o trabalho dessa brasileira, confira alguns dos trabalhos que a Fefe tem feito e pitando pela Europa!



Já são 9 edições do FILE e este ano eles trouxeram um “grafite eletrônico” que já foi projeto no Brooklyn (Nova York) e no Coliseu (Roma). Vale a pena passar para conhecer!
Onde: Centro Cultural Fiesp Galeria de Arte - av. Paulista, 1.313, Bela Vista, centro, telelefone: (11) 3146-7405.
Quando: de 5 a 31 de agosto. Ter. a sáb.: das 10h às 20h. Seg.: das 11h às 20h. Dom.: das 10h às 19h.
Quanto: Entrada gratuita
Assista do vídeo do Guia da Folha:
Um grafiteiro pula o muro do Palácio de Buckingham, em Londres, e escreve alguma coisa perto de uma janela. As imagens estao registradas em video. O clipe que está no YouTube seria uma açao para promover o filme ‘The Wackness’, com Ben Kingsley e Josh Peck. Foi lançado há pouco na Inglaterra e exibe o mesmo estilo de grafite no seu titulo.
O Ji Lee é um artista brasileiro/coreano que mora em NYC. Ele faz uma arte diferente nas ruas colando balões de quadrinhos em cartazes de publicidade. O objetivo dele é dar voz ao cidadão comum…


Primeiro evento da Bienal dedicado 100% ao grafite em BH. Essa é a última semana para quem quer conhecer a exposição, que vai até o dia 7 de setembro.
Maiores informações e a programação do evento, no site oficial deles: www.bigbh.com.br

A prefeitura de São Paulo anunciou ontem (28) que até o mês de setembro pretende lançar um programa para preservar os principais grafites da cidade. A intenção é proteger os painéis para que estes não sejam apagados por engano em obras municipais.
A idéia surgiu depois de um painel pintado pela dupla osgemeos, composta pelos grafiteiros Gustavo e Otávio Pandolfo, ter sido apagado por uma empresa terceirizada que prestava serviço para o município. O desenho ficava na alça de acesso à av. 23 de Maio.
Para que o programa dê certo, a prefeitura conta com a ajuda dos grafiteiros, que terão de organizar uma comissão para decidir as obras que devem ser preservadas. Depois de elaborar a lista, a prefeitura passará a s informações para as empresas terceirizadas que fazem o serviço de conservação de logradouros públicos, segundo o site G1.
Grafites que estão deteriorados serão mapeados, e as pessoas que fizerem o trabalho serão procuradas para fazer a restauração.
Dois dos locais que devem ser incluídos no programa são o “buraco da Paulista”, no túnel que leva à av. Dr. Arnaldo, e o “beco das artes”, na Vila Madalena.
Saiu no Estado de São Paulo, olha só o Nunca fazendo sucesso pelo mundo…
A arte das ruas ganha espaços mais nobres e exposição em Londres

De marginal a obra de arte. O grafite percorreu um longo e tortuoso caminho desde quando ainda era visto como um ato transgressor de jovens da periferia e injustamente colocado no mesmo rol das pichações. Chegou às galerias - e às paredes da Tate Modern, em Londres, onde estão expostos até 28 de agosto trabalhos de artistas de todo o mundo, entre eles os brasileiros Nunca e osgemeos. Conquistas como essa ajudam a derrubar antigos tabus do grafite. E a arte da rua ganha novos e nobres espaços - o mais recente, as casas.
O arquiteto José Ricardo Basiches, que trabalha com casas e apartamentos de alto padrão, tem apostado no grafite para quebrar a sisudez de ambientes carregados de tradição. “Ainda existe um certo preconceito, essa coisa de achar que grafite é vandalismo. Nesse sentido, eu estou ajudando a mudar a cara do grafite. Até os clientes mais conservadores estão adorando”, diz o arquiteto.
Levar um grafiteiro para casa não custa menos do que R$ 6 mil - há dois anos, o valor era um terço desse. Se for um castelo na Escócia, então… Os artistas Nunca, osgemeos e Nina, casada com um dos irmãos Pandolfo, não revelam quanto receberam do dono de uma propriedade particular de 900 anos - quase o dobro da idade do Brasil - para cobrir toda a área externa com um moderno e colorido grafite. Quando recebe uma encomenda assim, o apartamento é fotografado e um desenho é inserido na imagem digital, simulando o que deverá ser feito. “Assim, o cliente tem uma idéia do que terá na sua parede”, diz Basiches.
A onda de contratar grafiteiros para pintar residências particulares ganhou força depois que o muro de uma casa em Londres, com um trabalho do grafiteiro britânico Banksy, foi arrancado pelo novo proprietário e leiloado, arrematando R$ 642 mil. “Banksy é um fenômeno, o primeiro artista que veio do grafite e estourou. Um sucesso de vendas, que levou os preços das obras às alturas”, diz Baixo Ribeiro, da Galeria Choque Cultural, representante de 20 artistas grafiteiros. No mês passado, uma dezena deles ocupou a galeria londrina Ocontemporary, que, em setembro, abrirá as portas para uma mostra solo de outro brasileiro do grafite, Titi Freak. Uma tela sua de 1,40 x 0,90 m está à venda por R$ 20 mil. Em quatro anos, desde a abertura da Choque Cultural, as obras de Freak, Daniel Melim e Speto valorizaram oito vezes.
A valorização do trabalho desses artistas fez alguns clientes preferirem encomendar telas no tamanho das paredes de suas casas. Quando mudam de endereço, levam a obra. Foi assim no último apartamento reformado por Basiches, no Itaim. “Os proprietários se deram conta do valor que esses artistas vêm adquirindo.”
Miguel Chaia, crítico de arte, colecionador e pesquisador do Núcleo de Arte, Mídia e Política da PUC, é dono do maior acervo de artistas grafiteiros. Sua coleção tem obras de 20 nomes, como Nunca, Kboco, Zezão, Buleta, Titi Freak, Speto, Daniel Melim, Higraf, Carlos Contente, Marcelo Cidade e o japonês Kansuke Akiq. “Limitar o trabalho do artista ao grafite é preconceito. Por que um artista contemporâneo pode fazer vídeo, fotografia, performance, instalação, e o grafiteiro não pode fazer fotografia, pintura, desenho? A contemporaneidade abriu esse espaço. Até a Tate trabalha com grafite. É um grande sinal”, diz Chaia.
“A galeria quebrou um tabu ao abrir sua área externa”, diz o grafiteiro paulistano Nunca, de 25 anos, que cresceu em Itaquera e já foi preso por pintar muros da cidade. Além do castelo na Escócia, ele fez uma casa nos Jardins e a entrada do câmpus da Universidade Cruzeiro do Sul, em Pinheiros. E prepara uma obra para compor o espaço do arquiteto Duda Porto na Casa Cor do Rio. Neste mês, ele expõe na Itália esculturas que criou com índios carajás e negocia uma mostra solo com duas galerias inglesas. “Ninguém imaginava que o grafite chegaria aonde chegou.”


Em tempos de Cidade Limpa, a Sony Ericsson está com uma propaganda sendo veiculada até hoje através de uma mídia que não está discriminada pela lei - o graffiti.
A idéia é realmente muito boa, mas ainda restam algumas dúvidas - Quanto a Sony Ericsson está pagando a quinzena? Será que essa nova mídia tem roteiro de shopping? E no caso de a prefeitura resolver banir essa mídia também, quem será punido, a Sony Ericsson, o dono do muro ou o grafiteiro?

Outro dia vi uma frase muito divertida grafitada debaixo de uma janela na rua Virgilio de Carvalho Pinto em Pinheiros, dizia “Deus ajuda quem tá na madruga!”, vejam essas outras:

As cidades falam…

Se você ver encontrar alguma frase por aí, envie para nós: marketing@pixain.com.br